Escuta ativa é muito mais do que ouvir

Foto: Acervo Coexiste
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Apenas 7% da comunicação humana é verbal - as sensações de um diálogo são motivadas, em sua maioria, pelo tom de voz e a linguagem corporal

A teoria pede vivência para que haja transformações práticas no jeito de pensar e, consequentemente, no comportamento. A partir dessa premissa, a palestra “Ressignificar a comunicação para gerar conexões que transformam”, realizada no terceiro dia do Hacktown 2019, começou com uma dinâmica. Os cerca de 50 participantes foram divididos em duplas. Um integrante deveria contar uma história; o outro, ouvir o relato. 

Na primeira rodada da dinâmica, a equipe de ouvintes recebeu, secretamente, uma orientação: deveriam ignorar o seu interlocutor. Na segunda, por outro lado, deveriam prestar o máximo de atenção quanto possível. Ao final da experiência, as moderadoras Marcela Gramático, Jana Filartiga e Patrícia Monte – todas do Projeto Comunicação para ir Além – pediram para que os participantes entrassem em contato com as diferentes sensações vivenciadas em cada uma das situações. Naturalmente, a primeira foi bem mais desconfortável para ambos os interlocutores. “Conexão é você ser visto, ouvido e valorizado”, explicaram.

As especialistas explicaram que apenas 7% da comunicação humana é verbal. As sensações vivenciadas em uma interação ficam em aspecto geralmente não valorizados conscientemente: tom de voz e outros sons (38%) e linguagem corporal (55%), segundo o pesquisador Albert Megrabian. 

Para exercer uma comunicação efetiva, portanto, é preciso conexão interna, escuta ativa e fala empática. Isso significa congelar os julgamentos e interpretações para ouvir o outro tem a dizer, o que demanda exercer o interesse em entender a história por trás da vivência e atitudes do outro. Mas é importante, também, auto-observação para que o ouvinte não fique refém de suas próprias ideias pré-concebidas. “O que move a gente são as perguntas, e não as respostas. É preciso saber fazer perguntas certas, aquelas que te fazem refletir”, orientaram. 

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