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HackTown 2019

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Pare de olhar para a Lua

Estamos na era das “enormes pequenas revoluções”: há muita demanda - pessoas que têm habilidades físicas comprometidas, por exemplo - que pode ser corrigida de forma simples. “Já enviamos o homem à Lua e estamos gastando milhões para enviá-lo a Marte. Mas enquanto não conseguimos resolver pequenas coisas como essas, não estamos no nível para ganhar um Nobel", disse Filipe Vilela, em Meu vizinho é um robô.

 

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Onde a tecnologia não tem poder

Máquinas podem substituir o trabalho dos humanos.  Precisamos, agora, de uma revolução cultural, para que transitemos em uma sociedade mais unificada. E isso só depende de nós. "A tecnologia não muda o comportamento do ser humano", disse Guilherme Viotti, da Idetra.org, em Como criar um mundo melhor, somente aprimorando a você mesmo e ao seu ambiente. 

 

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Leia-se se for capaz

Desenvolvedores têm uma habilidade muito poderosa: a redação do Read-me de suas aplicações. "Faça o Read-me de sua vida. Responda às mesmas perguntas: por que ela existe, por que ela é útil e o que as pessoas podem fazer com ela", disse Diego Imbert, da Coexiste, em O que a cultura GIT pode nos ensinar sobre relacionamentos?.

 

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Criar com o usuário

No passado, a empresa tinha total controle da mensagem que ia passar. Hoje múltiplas mensagens vão para diferentes públicos. Nicoli Ferraz, da Handmade UX, destacou que para resolver isso, é preciso co-criar. "Co-criação não é foco no usuário, é criar com o usuário", disse na palestra Empatia e Inovação na prática.

 

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Sobre martelos e mente fechada

“Você toma decisões o tempo todo: ou para mudar ou para perpetuar coisas", alertou Ken Fujioka, sócio-fundador da ADA Strategy, na palestra Business Sprint: resolvendo problemas complexos de negócios de forma ágil. “Para um martelo, tudo se parece com um prego. Você está resolvendo problemas ou martelando pregos?”

 

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Competência com visão de futuro

As decisões estão baseadas no passado, assim como o mindset. Por isso, para que empresas se desenvolvam, elas precisam ter visão de futuro. "É urgente que organizações pratiquem a competência de visão de futuro de longo prazo. A tomada de decisão está desatualizada", disse Cristiano Franco, facilitador de processos criativos, na palestra O futuro é passado no presente.

 

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Vá além

Steve ePonto disse na palestra Como o seu "eu criativo" pode aprender com o seu "eu invejoso", disse para as pessoas irem a fundo na busca por um novo conhecimento. "Encontre o trampo das pessoas que geram 'inveja'. Aprenda com aquilo, veja o que gerou o 'uau'. Faça algo. Mesmo que seja numa cópia. E se você travar, peça ajuda". 

 

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Foco na demanda

"Você não trabalha em startup para ganhar dinheiro rápido, mas para ver o resultado em cinco anos. Organizações exponenciais resolvem um problema real", disse Tiago Venturieri do Instituto Cappra de Ciência de Dados, na palestra 30 anos em 2: Vivendo em organizações exponenciais. Para ele, startups que não dão certo são aquelas que as pessoas querem resolver um problema que só elas têm.

 

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Da escassez à abundância

A confiança na capacidade das pessoas em resolver os problemas foi o tema da Educação e Inovação: como podem ser os processos de aprendizagem? "Precisamos mudar a perspectiva do tempo como escassez para a do tempo como abundância e oportunidade. A gente precisa aprender a desaprender para só, então, poder aprender", disseram os palestrantes.

 

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Conhecimento a partir de conexões

"Como começar a colocar a economia colaborativa na prática? A gente começa tomando café com as pessoas. A gente começa se conectando", disse Fabiana Schimitz,  da Ciranda de Soli, durante a palestra Colabora que Cola! cultura do nós: uma questão de sobrevivência. "A gente não sabe o impacto que geramos no mundo".

 

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Relacionar-se para mudar

Na palestra Mudança de Ideia: A Inovação nos Relacionamentos, Patrick, da Coexiste falou sobre usar os relacionamentos para mudar de ideia. A lição é que cada um É de verdade não tem nada a ver com as ideias trazem, ou seja, com a personalidade. "Não valorize os pensamentos mais do que a Vida que está na sua frente", orientou.

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Seguir vs. colaborar

"A gente vai sair de uma forma de ver o mundo que é comando e controle - follow up -, para confiança e fellow up", disse Ligia Zotini, pesquisadora e pensadora de futuros. Na palestra Conhece-te a ti mesmo, senão o algoritmo vai, Ligia refletiu: "anatureza não permite alta tecnologia com baixa humanidade."

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Revisar padrões

Patricia Cotton da UpsideDown Thinking, falou em sua palestra O poder dos opostos sobre a resistência que as pessoas em mudar padrões. “Inovar traz desconforto naturalmente. No entanto, se eu fizer mais o mesmo, navegando no mesmo cardápio de clichês, não vai dar em nada".

 

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Energia de paz

"Estamos sempre sujeitos a ups and downs. Mas onde estou colocando meu poder de ação me coloca num lugar melhor amanhã", explicou Carolina Romano,  da Jornada da Felicidade, na palestra A felicidade no dia a dia das pessoas e das organizações. "Felicidade diz mais respeito a estar em paz do que em uma excitação."

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Educação a serviço de todos

"A escola pública pode ser um espaço de desenvolvimento científico que beneficia todos". Esse foi um dos destaques do painel Como ter milhões de alunos e fomentar a inovação e a aprendizagem criativa com poucos recursos? Prazer, escola pública. Nele, os convidados falaram sobre o Mattics, projeto que desenvolve laboratórios de games dentro das escolas, baseado em colaboração.

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Presença para trabalhar

Na palestra How to Design Work that People Love, Ana Paula Kuoki, da Mesa. Company falou sobre o trabalho estar conectado a uma verdade universal, e que criar faz parte da essência humana. “Trabalho deveria ser sobre solucionar coisas”. E salientou que a capacidade de estar presente vai ser a habilidade número um de qualquer profissão daqui pra frente.

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Música além dos números

No debate Carreira musical: o que temos aprendido na prática?, Otávio Cardoso, da Lagum; Karen Dió, da Violet Soda; e Ygor Alexis, produtor do Supercombo levantaram uma questão que transita entre os artistas: seguir o coração ou os números? O meio termo faz bem: fique atento às tendências e números, mas sua sensibilidade ditará melhor seus caminhos.

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Autoconsciência gera liderança

Na palestra de mesmo título, Roberta Bonamigo, da Racional Engenharia a autoconsciência como “a habilidade de ver a nós mesmos de forma clara, compreender quem somos, como os outros nos veem e quão ajustados estamos no mundo”, e relacionou o tema com a necessidade de encontrar um propósito.

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Disponibilidade para criar

"O lance é se colocar no processo. A forma é um limite, mas a gente precisa da forma pra criar. Não queremos chegar num poema, queremos um processo. O poema se desdobra", revelou Bernardo Leso, do Devir, na palestra Criatividade Como Estado de Espírito. Ele disse que estar disponível para criar é estar presente.

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Inovação como solução

"Quando se prototipa, a chance de você mudar o que você pensou sobre aquilo é grande. É preciso mente aberta, desapego, para abandonar ideias e testar novas", disse Marcos Paulo Silva, service designer e co-fundador da Wake Insights, na palestra Cultura de Protótipos: Materializando soluções.

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