Onde mudanças efetivas acontecem

(Foto: Divulgação Coexiste)
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Tempo de Leitura: 7 minutos
A necessidade de mudança é um fato, e ela depende de consciência sobre quem somos e sobre como podemos fazer escolhas diferentes. A Coexiste tem trabalhado por isso e neste momento está abrindo novas turmas

O ano começa e com ele vem a esperança de se ter dias melhores, relacionamentos melhores, trabalhos melhores, viagens melhores, mais conforto, mais dinheiro, mais saúde, mais organização, mais paz. Não importa em que área se tente investir, mas com certeza há uma vontade de que algo mude, e que seja pra melhor. 

Mesmo no mundo, diante dos cenários que enfrentamos na política, nas relações entre países, nas condições climáticas, na economia. Algo pede por mudanças. 

E onde essas mudanças de fato acontecem? Se queremos um mundo diferente, onde essas mudanças podem começar, efetivamente? Onde é possível investir para que se atinja aquilo que é bom para todos, e aquilo que nos dê a sensação de uma mudança efetiva? 

Considerando que o mundo é o reflexo do modo como a comunidade humana pensa, ou seja, como as pessoas pensam, a necessidade de se viver de uma maneira mais consciente nunca ficou tão clara como agora. 

O investimento em se ter consciência sobre o que rege nossas ações, nossos pensamentos e nossas decisões, e como as nossas decisões e a forma como nos relacionamos impactam o cenário à nossa volta é a base para se ter mudanças efetivas no cenário. 

É assim que o grupo de alunos da Coexiste, escola existencial localizada em São Paulo, tem experimentado os resultados desse investimento. 

Celebrando 10 anos de atuação, a escola convidou os alunos a compartilharem as mudanças que perceberam em seu cenário ao longo dos anos, dizendo o que construíram juntos durante o período em que frequentam a escola, e têm contato com o conteúdo do Curso A Verdade Presencial. 

O curso tem como base ensinar a verdade sobre a vida, sobre a existência, e desenvolver a consciência sobre o que rege o dia a dia das pessoas, permitindo que esses conhecimentos, mais do que adquiridos, sejam vivenciados.  

“Como o humano vive com base em um sistema de percepção muito impreciso, seletivo, e distante da possibilidade de ver as coisas como realmente são, essa proposta de ser realista é muito transformadora. Ela gera uma virada muito grande na vida das pessoas, que passam a ver tudo muito diferente, sobretudo a maneira de se relacionar com as pessoas, e em todos os cenários onde ela transita na vida dela. E isso é um compromisso muito fundamental  na forma de viver”, explicam Kaw Yin e Yan Yin, consultores existenciais, professores e fundadores da Coexiste. 

Nos depoimentos colocados no mural, os alunos e visitantes reforçam mudanças muito profundas, mas também muito práticas. Desde não reagir mais às situações com raiva, com irritação ou mágoa, passando pela aquisição de compreensão sobre os cenários, sobre as pessoas e as relações; pelo desenvolvimento da habilidade de escutar efetivamente e de se buscar soluções; pela melhora da autoestima, pelo reconhecimento da própria importância, e chegando a alegria e ao prazer de se relacionar, de se interessar pelas pessoas, de não se sentir mais sozinho e de se relacionar com Deus. Há depoimentos de alunos que frequentam o curso há alguns anos, alguns meses e quem visitou algumas vezes a Coexiste. 

 

Convivência e aprendizado 

Para Yan Yin, consultora existencial, professora e fundadora da escola, a chave para se atingir mudanças tão profundas em tão pouco tempo é a convivência. “O curso A Verdade Presencial não é só aulas, ele é uma vivência. A gente proporciona um ambiente onde as pessoas podem frequentar e conviver, porque nós sabemos que é no relacionamento onde as grandes mudanças acontecem, porque o relacionamento traz à tona as coisas que precisam ser mudadas, e é isso que a gente pratica. O curso é um complexo de aulas, de professorias, tutorias, e de convivência”. 

A convivência torna possível o aprendizado por meio da demonstração, única forma possível para se entender novas bases de pensamento. 

“Nós sabemos que aprendizado acontece na demonstração. E nós conseguimos exercer essa demonstração de mudança na mente, e encontrar uma didática para transmitir como isso é possível. A única mudança, a única escolha que você pode fazer são nos seus pensamentos. Ao longo desses anos, os professores assistiram a nossa demonstração, os alunos assistiram a mudança dos professores e um ficar assistindo, na prática, a mudança do outro, gera o desejo pela mudança. 

Eu vejo que a vivência, a demonstração, um participando da vida do outro, um participando do processo do outro faz com que eles fiquem felizes com as mudanças ocorridas no outro, isto é, quando alguém consegue superar um limite, consegue superar uma crença. Quando alguém conquista algo, ou consegue mudar um contexto que estava sofrível, todo mundo fica muito feliz, todo mundo participa muito da vida do outro. Existe uma sensação de pertencimento muito grande, todos se importam com a vida de todos, e todos participam da vida de todos, e isso torna o treinamento muito efetivo”, conta. 

Ao longo das aulas, os alunos conversam sobre novas bases conceituais e aprendem a olhar para o que pensam sobre questões tão fundamentais no nosso dia a dia e que regem as escolhas, como percepção sobre si mesmo, sobre o mundo e sobre o papel que desempenham no mundo, e conquistam, assim, um novo jeito de olhar. 

Novo jeito de viver

“Para mudar, a pessoa precisa se posicionar de um lugar onde ela tenha uma perspectiva onde ela reconheça o que são os fatos mesmo. Se a piscina está vazia, ela não vai pular. Mas se ela estiver olhando de um ângulo que pareça que está cheia, pode ser que ela pule, achando que vai se refrescar na água. Se ela tiver oportunidade de ver que está vazia, ela não vai pular. Porque no fundo, no fundo, no fundo, na última instância da coisa, todo mundo quer ser feliz. E o motivo pelo qual as pessoas não são felizes, o motivo pelo qual as pessoas fazem escolhas que as levam a resultado indesejáveis, ou desconfortáveis, ou sofríveis, é porque pelo ângulo de onde elas estão vendo parece que vai dar certo, e que essa é a melhor solução para se dar bem e alcançar felicidade. O que as pessoas precisam é de uma oportunidade de olhar por outro ângulo. E é isso que o curso oferece. Uma oportunidade de olhar por um outro ângulo. Você convida a pessoa a olhar pelo lugar de onde você já está vendo. Por isso é uma experiência demonstrativa”, explica Kaw Yin. 

Uma vez alcançada essa nova visão sobre as coisas, compartilhar isso com as pessoas passa a ser natural.  “A sua proposta a partir disso passa a ser ajudar a pessoa a se posicionar de uma outra maneira, de forma que ela possa ter uma outra visão, e se comportar naturalmente de uma maneira mais produtiva, tanto para ela quanto para todos. E isso parte principalmente, de um posicionamento, de ser uma ponte entre a visão individual sobre a vida, sobre o mundo e sobre as relações e uma visão onde a pessoa perceba que a individualização não está nos seus atributos essenciais, não está no que ela é, efetivamente, mas essa diferenciação está no que ela pensa, está no posicionamento individual que ela tem e que dá a ela uma visão muito particular das coisas. O curso tem essa função de fazer uma ponte para levar de uma visão a partir de uma perspectiva limitada individual para uma perspectiva sistêmica e realista, que coloca todas as pessoas numa percepção onde os conflitos acabam, porque os fatos são os fatos, independente de quem está olhando”, complementa. 

Ambiente de mudança 

A construção do ambiente propício para as mudanças envolve, sobretudo, as sensações envolvidas: carinho, alegria, segurança. “A pessoa chega e ela já percebe que é aceita, é um ambiente de carinho, de retirada de medo, e aí a pessoa consegue se aventurar a experimentar coisas novas sem medo. Porque sair da visão individualista, se você for fazer isso no mundo, isso gera muito medo. Mas a gente gera um ambiente onde a pessoa consegue, porque ela já é aceita, ela já sabe que não precisa fazer nada pra isso. Ela sabe que a gente confia nela. Se todos fizeram o processo, ela vai fazer também, então a gente confia muito. Se eu mudei, você muda, todos mudam. A gente gera um ambiente de carinho, de ajuda mútua, onde todo mundo quer que todo mundo cresça, então isso incentiva muito a pessoa a se aventurar em caminhos nunca vistos. Esse clima de aconchego, de carinho, de aceitação também permite que a pessoa consiga experimentar, consiga testar. Porque sair de uma visão individualista para uma visão realista é um movimento que a humanidade nunca fez antes. É bem inédito, então a gente precisa gerar um ambiente propício para isso”, enfatiza Yan Yin. 

Os resultados alcançados pelos alunos, e expostos nesse vídeo demonstra o efeito que o curso tem através dos seus meios. Assim como a demonstração acontece internamente, os alunos viram referência para quem os assiste em qualquer interação que tenham. E por se tratar do reconhecimento em um trabalho em uma mente única, os efeitos são percebido no mundo. 

Resultados 

“Eu vejo isso no mundo o tempo todo. Como as pessoas se tratam na rua, na padaria. Eu vejo as pessoas escolhendo pela não guerra. Parece que o mundo está violento, mas eu assisto as pessoas fazendo outras escolhas. E sei que essas outras escolhas partiram das escolhas que as pessoas estão fazendo pelo amor,  fazendo um relacionamento ser mais importante que a opinião, e valorizando o que tem valor, e isso muda a mente no geral. Podem dizer, “Ah, mas são poucas pessoas”. Não! Não dá para saber a repercussão de uma mudança na mente. A mente é uma só. Uma pessoa que faz uma escolha diferente, que escolhe pelo carinho e não pela raiva, essa escolha tem muita repercussão na mente e eu assisto isso no mundo, bastante. E o que a gente entrega reverbera em nossas redes. Tem muita gente que recebe o que a gente entrega e faz mudanças e nunca veio aqui”, relata Yan Yin. 

“É como você começar a gerar uma plantação de uma flor muito perfumada, sabe? E quanto mais você planta, mais você exala esse perfume, e é impossível você negar que esse perfume tá na atmosfera. E aí você vai plantando, vai plantando, e quanto mais flores nascem, mais a quantidade de perfume aumenta, mais a atmosfera ficar carregada disso. E mais propósito isso gera nas pessoas, porque elas gostam desse perfume e elas querem participar da plantação, entendeu? E quando você vê, tem uma galera plantando. E isso gera muito gentileza”, finaliza Kaw YIn. 

O resultado trazido pelos alunos é recebido pelos professores como muita gratidão. “Ver as pessoas conscientes de todas as mudanças que fizeram é o nosso recibo. É o resultado de todo a dedicação em construir essa didática e esse ambiente, e só nos mostra que devemos seguir fazendo”, salientam os consultores. 

O curso está com nova turma aberta, que se inicia nesta segunda-feira, no dia 13 de janeiro. É possível, no primeiro mês de aula, assistir uma das aulas gratuitamente, basta fazer a inscrição. 

 

Curso A Verdade Presencial 

Início: 13/01/2020

Aulas semanais, às segundas-feiras, de 20h às 23h. 

É possível fazer por meio de videoconferência

Informações: coexiste.com.br 

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