Para mudar a forma como você se expressa, mude primeiro o que pensa

Foto: Acervo Coexiste
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Tempo de Leitura: 2 minutos
Em sua palestra no HackTown, a consultora existencial Chel Anderaus, explicou como tudo o que você pensa fica expresso nos seus movimentos

Tudo o que você pensa fica expresso nos seus movimentos. Foi assim que Chel, consultora existencial e professora do Centro de Treinamento Físico da Coexiste, começou a palestra O que você pensa fica expresso nos seus movimentos, no HackTown. 

O objetivo da conversa de uma hora era não só questionar a relação do público com o próprio corpo, como também demonstrar a metodologia desenvolvida ao longo do tempo, com base na experiência da consultora. Para isso, ela conta a sua história: desde quando entrou na faculdade de Educação Física, o jeito que pensava – e que incluía ver o esporte como uma solução para a correção física -,  até começar a estudar na Coexiste. 

Ali, ela ouviu pela primeira vez dos fundadores da escola, Kaw Yin Yan Yin, que o corpo é uma ferramenta. Essa premissa foi a base de todo o seu trabalho por lá. Alguns anos depois de começar o curso A Verdade Presencial, em 2012, o Centro de Treinamento da escola foi inaugurado e, ali, a prática do que ela vinha aprendendo começou a ganhar forma. 

Desde o começo, e sob orientação de Kaw Yin Yan Yin, o CT já oferecia uma visão diferente sobre os alunos e como lidar com o corpo e os exercícios físicos, mas, segundo Chel, ainda precisariam alguns anos para tirar da frente ideias de “certo e errado” quanto aos exercícios e as práticas em si.

Quando ela mesma entendeu que os desconfortos e questões físicas que tinha eram fruto de um jeito de pensar, ela começou a olhar para os alunos e repensar os movimentos. “O movimento demonstra o que eles sentem”, disse ao Coexiste.Info, “E eu ficava muito presa ao mecânico e ao exercício”.  Chel entendeu que a única forma de fazer alguém mudar de ideia – e, consequentemente, isso ser refletido no físico, desde mudanças de postura, até correções mais profundas -, é o relacionamento que tem uma confiança mútua, tanto do aluno quanto do professor. 

“Não há limites, apenas barreiras impostas pelo seu jeito de pensar”, disse ela, comentando que a ideia, ao fechar a palestra, era explicar para o público como as limitações, até mesmo físicas, representam uma forma de pensamento – e que o melhor caminho para transpor essas barreiras é, justamente, através da observação e do relacionamento. 

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